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Notícias - Hackers usam "Comentários por voz" no Facebook

Essa técnica de ataque não é nova, mas tem sido utilizada frequentemente nas últimas semanas, de acordo com levantamento feito pela Stity Tecnologia, revendedora dos produtos de segurança da Avast no Brasil.

De acordo com a companhia, o usuário recebe um email cujo assunto é “Você recebeu um comentário de voz em sua foto”. No entanto, essa mensagem transporta um link que, supostamente, serve para “Ouvir o comentário”. Ao clicar nesse link, o usuário começa descarregando um software malicioso através do ficheiro “voz_facebook.rar”. Esse programa tem como objetivo roubar dados financeiros, diz a Stity.




 © Filipe Pimentel, B!Tmagazin BR

Aos olhos de um usuário desprevenido, o email poderá passar por inocente e verdadeiro. No entanto, um usuário atento percebe, de imediato, que o Facebook não tem serviço de comentários por voz e que o email, como diz a Stity, ”possui aspecto amador e somente um usuário desatento ou inexperiente é capaz de não perceber a diferença”.

“Não se pode acreditar em qualquer e-mail que a gente recebe com o risco de tornar vítima de criminosos”, comenta, em nota, Marco Rodrigues, diretor da Stity Tecnologia. “Ajuda muito ter uma solução AntiSpam juntamente com uma ferramenta antivírus sempre atualizada, assim como todos os programas de computador utilizados, além do sistema operacional”.
Veja Agora - Juiz sósia do Vin Diesel atrai multidão

Veja Agora - Juiz sósia do Vin Diesel atrai multidão

Multidão aglomerada, gritos histéricos e muitos autógrafos. Cenas que fazem parte da rotina de astros de Hollywood, mas que ocorrem no centro de Porto Alegre. Toda a gritaria foi motivada pela presença de um ‘clone’ do ator Vin Diesel, astro do filme Velozes e Furiosos.

Mas o dublê do artista famoso não era uma pessoa qualquer. Quem encarnou o personagem de Diesel foi o árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves de Lima, que comanda jogos importantes no futebol brasileiro. A convite da RBS TV, ele vestiu roupas semelhantes às usadas pelo ator e decidiu entrar na brincadeira.



Com um carro de modelo esportivo, que lembra as máquinas usadas no filme, ele rasgou as estreitas ruas do centro de Porto Alegre. Quando desceu do veículo, dezenas de pessoas o cercaram e iniciaram a frenética busca por um autógrafo do ‘astro’. Paciente, Jean Pierre atendeu a todos:

- Foi a primeira vez que eu atendi a tantas pessoas assim. Foi engraçado. Agora já sei. Se não der certo dentro dos gramados, já tenho uma opção – brincou.

Jean Pierre Gonçalves de Lima encarna Vin Diesel (Foto: Matheus Pereira/RBS TV) 
Jean Pierre Gonçalves de Lima encarnou o Vin Diesel em Porto Alegre (Foto: Matheus Pereira/RBS TV)

A semelhança física do árbitro com o ator já rendeu brincadeiras até dentro de campo. Mas Jean Pierre não se acha tão parecido assim com Diesel:

- Acho um pouquinho (parecido). Alguns jogadores já me falaram durante o jogo. Mas as vezes eu acho que ele está a minha cara, não eu a cara dele – diverte-se.

Alguns minutos depois de surpreender os comerciantes e moradores do Centro, o árbitro revelou a brincadeira. Mas não pense que a reação foi de desapontamento. Uma das ‘fãs’ o abraçou e até conseguiu um lugarzinho dentro do carrão de ‘Van Jean Pierre Diesel’:

- Ele é bonito, forte, né? Não quer ir lá em casa dar uma calibrada no pneu? – questionou antes de se esparramar no banco do carona do carro.

Veja agora - Operadoras preparam guerra contra WhatsApp

Fontes dizem à Reuters que algumas operadoras estão preparando um documento para questionar a atuação do WhatsApp no Brasil. Enquanto isso, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, diz que o app está "à margem da lei". Lá vem.
Segundo a Reuters, as operadoras se opõem ao serviço de voz do WhatsApp, não às mensagens. O problema é que o app usa seu número de celular para realizar ligações, mas não paga por isso.
Enquanto isso, as operadoras são obrigadas a arcar com as taxas do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) por cada linha autorizada. De acordo com a Teleco, as operadoras pagam R$ 26 pela ativação de cada linha móvel, mais R$ 13 anuais de taxa de funcionamento.
Elas não veem problema em outros serviços - como o Skype, que oferece VoIP gratuito - porque eles exigem a criação de um login independente, e não requerem número de celular.
Aparentemente, todas as operadoras estão envolvidas na petição que será entregue à Anatel - inclusive TIM e Claro, que oferecem pacotes promocionais com WhatsApp que não desconta da franquia. (A promoção, obviamente, não vale para ligações feitas dentro do app.) Uma fonte diz à Reuters que o assunto já foi levado ao Ministério das Comunicações.

© Fornecido por Gizmodo 5756562738_ace39ee8ef_b 

E Ricardo Berzoini já se manifestou a favor de regulamentação: segundo O Globo, ele acredita que o WhatsApp é um serviço pirata: "eu acho que o termo é um termo bom para chamar a atenção para esse debate - dá para dizer que eles estão à margem da lei", afirmou o ministro em uma audiência na Câmara.
Ele diz que a regulamentação dará a garantia de "tratamento equânime a serviços de telecomunicações e novos serviços de internet", de acordo com a Folha.
No entanto, Berzoini quer ir além e regulamentar todo tipo de serviço OTT (over the top), que geram valor usando a infraestrutura de internet - isso inclui o Google, Facebook e Netflix.
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Enquanto isso, o presidente da Anatel, João Rezende, disse na mesma audiência que é contra: "não sou favorável à regulamentação. A discagem via WhatsApp não é serviço de telecomunicações".
Uma fonte da Anatel diz à Reuters: "a agência não regula aplicativos. Não sei se a Anatel tem competência para analisar o serviço, que não é de voz tradicional".
A Reuters diz que uma operadora - sem revelar qual - cogita até entrar com uma ação judicial contra o WhatsApp. Amos Genish, presidente da Vivo, afirmou este mês que o app é "pirataria pura", e disse: "não é admissível uma empresa prover serviço de voz sem licença do regulador, usando os números das demais operadoras e sem pagar impostos".
Enquanto isso, o Netflix sofre a ira das operadoras de TV a cabo. A Ancine promete criar um marco regulatório para o serviço até o fim do ano.

Fotos por arivera/Pixabay, PT na Câmara/Flickr e Senado Federal/Flickr
WhatsApp para computador para usuários de iPhone

WhatsApp para computador para usuários de iPhone

(foto: Divulgação)
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Facebook começou a liberar a versão web (para navegadores de PC) para seu mensageiro WhatsApp também para usuários de iPhone, últimos a receber a funcionalidade lançada em janeiro. Nem todos os donos do celular da Apple já podem usar a versão, disponível por meio do endereço web.whatsapp.com, que está sendo gradualmente implementada no aplicativo.
Quem já recebeu a atualização do aplicativo deve, depois de abri-lo, acessar as configurações (última aba, situada no canto inferior direito) e procurar por WhatsApp Web. A autenticação é feita com a leitura de um código do tipo QR com a câmera do celular. Vários PCs podem ser usados para cada conta.
A novidade foi inicialmente divulgada por um usuário do site Reddit. Anteriormente, a função havia sido introduzida nas versões para Android, BlackBerry, Symbian e Windows Phone do app.

Câmara aprova correção do FGTS

Brasília - Após um dia inteiro de cabo-de-guerra entre governo e Câmara, os deputados aprovaram em votação simbólica a equiparação da remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) à da caderneta de poupança. Os dois lados tiveram que ceder e todos os partidos orientaram a favor do projeto intermediário entre os textos defendidos pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o Palácio do Planalto.

 Fornecido por Estadão Plenário da Câmara dos Deputados 
O texto, que agora segue para o Senado, foi colocado em votação ainda sem consenso. O governo conseguiu fazer o relator indicado por Cunha, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ampliar de três para quatro anos o prazo para alterar a remuneração do FGTS.
O governo tentou um escalonamento em oito anos. No entanto, pela proposta final, em 2016 a remuneração do FGTS será a Taxa Referencial (TR) mais 4% para os novos depósitos, 1 ponto acima da atual correção. Em 2017, sobe para TR mais 4,75%; e em 2018, TR mais 5,5%. A partir de 2019, a remuneração será igual à poupança, hoje em 6,17% mais TR. A remuneração dos depósitos antigos permanece em TR mais 3%.
"Nossa proposta inicial era garantir a rentabilidade da poupança para 100% das contas. Já que há este debate, estamos garantido um escalonamento da remuneração para os próximos quatro anos", afirmou Maia.
"Não é um acordo em 100%, mas é 80%", disse o líder do governo, José Guimarães (PT-CE). O líder do governo disse que ainda não há uma definição do Planalto sobre veto ou sanção ao texto. Ele comemorou o fato de não estar em votação a proposta original, avalizada por Eduardo Cunha, segundo a remuneração seria de 6,17% mais TR já a partir dos depósitos feitos em janeiro de 2016. "Se fosse o projeto original, comprometeria o Minha Casa, Minha Vida", afirmou.
Os recursos para pagar a correção maior sairão do lucro do FGTS, que em 2014 foi de R$ 12,9 bilhões. Esses dinheiro sempre volta para as aplicações do fundo. Se o valor do superávit do fundo não for suficiente, será preciso retirar parte do patrimônio acumulado nos últimos anos. Em 2014, o FGTS fechou com patrimônio líquido de R$ 77,5 bilhões. O saque sempre será feito primeiro da "poupança" feita depois de 2016, o que diminuiu o custo da medida, uma vez que os depósitos que serão feitos até este ano continuarão rendendo 3% ao ano mais
O setor da construção civil vai trabalhar para que a proposta seja alterada no Senado. Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, o texto aprovado na Câmara é "incompatível" com a realidade dos financiamentos à casa própria que já foram fechados pelos bancos. Isso porque as operações foram contratadas com juros mais baixos porque as instituições financeiras usavam os recursos do FGTS, cuja remuneração é de 3% ao ano mais TR. O prazo médio desses empréstimos é de 18 anos. "Como o governo não está com muita força no Congresso, fica mais suscetível a fechar acordos que acabam prejudicando o País", criticou.
Demora. Antes da votação, ao comentar a proposta de reajuste do FGTS, Cunha criticou a letargia do governo para apresentar propostas alternativas a temas polêmicos em discussão no Congresso. "O problema é que o governo só resolve discutir o assunto de verdade quando faltam cinco minutos para o time entrar em campo. Nunca discute quando você avisa que o jogo é daqui a dois meses. Eles tendem a empurrar com a barriga", afirmou o presidente da Câmara.
Em palestra para empresários da região Centro-Oeste no fim da manhã, Cunha qualificou o ajuste fiscal conduzido pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda) com "pífio" e disse que o País vive uma "crise de confiança".
Diante dos empresários, o presidente da Câmara ainda ironizou Dilma, parodiando uma declaração da petista que rendeu piada nas redes sociais. "Como diria, primeiro a gente atinge a meta. Depois a gente dobra a meta. (risos) Vamos tentar atingir a meta e, depois, se possível, a gente dobra", afirmou. A plateia riu de forma contida.

Decisão sobre porte de drogas para uso pessoal é adiada

STF adia decisão sobre descriminalização do porte de drogas
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quarta-feira, 19, um recurso que poderá resultar na descriminalização das drogas para consumo próprio. O tema tomou quase toda a pauta do plenário, mas os ministros ainda não começaram a votar. A sessão foi dedica às sustentações orais das partes do caso e dos "amigos da Corte", pessoas e instituições interessadas no tema. O adiamento se deu devido à falta de tempo suficiente para que todas as partes se manifestassem e para que os ministros proferissem seus votos.

Um dos primeiros a falar foi o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que se manifestou contrário à descriminalização das drogas para consumo próprio durante julgamento sobre o tema no plenário do STF. Janot fez sustentação oral apresentando a visão do Ministério Público, que recomenda ao Supremo a rejeição de recurso sobre o tema.

O procurador-geral argumentou que a descriminalização pode modificar a forma como o tráfico é feito hoje. Ele considera que, se o porte de pequenas quantidades, que seria classificado como para consumo próprio, for legalizado, os traficantes passariam a transportar entorpecentes em pequenas quantias para se adequar à nova lei. Segundo Janot, isso daria origem a um "exército de formigas".



 © Fornecido por Notícias ao Minuto
"Vamos lembrar que o mercado ilícito é algo que gira em torno de R$ 3,7 bilhões. Essas pessoas mais organizadas certamente não terão muito trabalho para organizar o exercito das formigas", declarou.
Janot enfatizou ainda que a discussão em curso é sobre o uso de drogas e não sobre o porte. Contudo, ele falou sobre o impacto do uso de entorpecentes na saúde pública e argumentou que 90% das pessoas expostas ao uso de drogas se tornam viciadas. "O argumento da maconha vem sempre como substrato, mas o que se está falando daqui é de pequeno porte de droga. Vamos lembrar do crack", comentou.
Sobre o julgamento em curso, Janot disse que, se a Corte decidir pela descriminalização, "estará interditando o legislativo de formular política pública". Segundo ele, esta é uma questão típica de política pública que "deve ser definida pelo poder da República apto a isso que é o parlamento", disse.
Além do procurador-geral, se pronunciaram sobre o tema o defensor público do Estado de São Paulo, que representa o autor do recurso, Rafael Muneratti. Durante a sua fala, o defensor levou à tribuna números de outros países sobre drogas. Ele citou o exemplo da Argentina, dizendo que a descriminalização das drogas no país latino-americano reduziu a taxa de consumo de maconha de 9,7% em 2008 para 9,1% em 2010. "Assim como o consumo de cocaína, que reduziu 0,9% em 2010. A busca de alternativas fora do sistema repressivo é uma tendência mundial".